terça-feira, 30 de setembro de 2008

ESTRANHO MESMO

"o alcool fingia que tomava conta de minhas idéias, como se nao fosse essa  a minha vontade desde que saí de casa e deixei de comprar o jantar para beber aquela aguardente vagabunda, tao medíocre como  a minha atitude de nao ficar em casa sexta a noite, como se fosse algum pecado ficar em casa sozinho , sem compania, porque aí seria obrigado  a ficar na minha propria compania, enxergar a mim mesmo, perceber o quanto eu teria q fazer, o quanto ainda tenho que crescer.
cheguei  percebi todos os olhares, o som ensurdecedor, que eu desejava que calasse a boca de minha consciencia que insistia ainda ali mesmo embrigaddo a gritar para voltar para casa e se encontrar comigo.
nao queria saber de mim mesmo, nao queria ser eu mesmo nem pensar em consequencias. imaginei que nao precisava daquilo. Nao gosto de consequencias, por mais reais que elas sejam
Em cada esbarrão que dava em alguem sabia exatamente se aqueles caras estavam olhando para mim e porque, dancei no meio da pista sozinho, fazendo poses e cara de mau, sabendo extamente o que fazer com meus braços, e a expressao correta pra chamar a atenção jurando que nao queria chamar a atenção. Estava mergulhado ja em devaneios, mesmo assim sabendo exatamente o que fazia. o que fiz. o que iniciei e nao podia terminar...""

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